segunda-feira, 7 de setembro de 2009

A fé que nos move

Ser pai é uma questão de fé.
Você está simplesmente prestando atenção a uma explicação importantíssima, que pode salvar a sua vida, e vem aquele torpedo.
Ou também poderia estar no meio do jogo de futebol com os perna de pau do trabalho e de repente uma heresia, lá está ela em pessoa.
Ou quem sabe salvando a vida de uma bela donzela em algum castelo longínquo quando o celular toca e temos que secar o teclado do trabalho.
Pronto, chegou a notícia. O que fazer?
Simples: acreditar. Porque se você não acreditar agora, vai ter que acreditar na marra, na primeira noite sem dormir aproximadamente 7 ou 8 meses depois.
Este é o papel do pai: acreditar.
"Estou enjoada". "Minha cabeça dói". "Ai que cólica". "Hummm!, que delícia deve ser um sorvete de tijolo".
E nós, pais, não sentimos nada. Apenas acreditamos, e corremos na farmácia, supermercado, loja de ferragens. Agora, em qual destes se encontra sorvete de tijolo eu não sei.
Quem sabe daqui a alguns meses não iremos sentir. Com 3 meses deve ser normal elas reclamarem que não estamos devidamente envolvidos. Afinal, para que a pressa temos ainda outros 6 para nos desesperar sem saber o que fazer. Fraudas, choro, banho, choro, mamá, choro.

2 comentários:

Kelly Resende disse...

Poxa, Gatinho, que maldade! rsss
Até agora vc nem precisou comprar coisas estranhas pra eu comer de madrugada! Fala sério, só tenho desejo ao contrário, ou seja, falta de desejo de comer as coisas. hahaha
Beijos

verusca_cavalcante disse...

Posso falar (de novo, né)?

Adorei esse post, Jorginho. Acho que passou bem o lado masculino da história! Acreditar...