Papai está viajando há alguns dias e pela primeira vez Clara está demonstrando que está com muita saudade. Quase todo dia pergunta por ele, já falou com a professora que ele está viajando e que está com muita saudade. O mais fofo é ver como as conversas ao telefone com ele evoluíram, ela conta o que aconteceu no dia, bate altos papos. Outro dia respondeu pra ele: "eu também te amo e estou com muitas saudades!" Papai quase chorou do outro lado porque ela não é de falar que ama (a não ser para o Pedro. rsss).
Hoje ela acordou bem cedinho perguntando pelo Papai. Eu falei novamente que está viajando e ela disse que havia sonhado com ele e que pensou que ele tinha chegado. Disse que estava com saudades e voltou a dormir. No final da tarde ela falou pra mim: "Mas porque tem só você?" "Como assim?" "Só tem você, não tem o Papai e nem a Vovó." E a mamãe aqui, além de ralar todos esses dias, ficar devendo muitas horas no trabalho, ainda tem que ouvir isso! (risos).
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sábado, 17 de agosto de 2013
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Implicante
Fomos tomar banho, Clara e eu, e ela solta:
- Só nós 2 vamos tomar banho. Banho de menina. O papai não. O papai é tão chatinho, né mamãe!
Papai cozinhando e nós 2 na sala. Papai faz barulho com alguma coisa na pia e ela grita:
- Ô papaiê, você tá fazendo a maior bagunça aí!
Ela vai fazer xixi sozinha no banheiro e papai vai atrás pra ajudar. Ela fica brava e fala pra ele sair. Eu chego e ela também pede pra eu sair. Eu digo pra ela me chamar quando terminar e logo ela chama e diz:
- Só você que pode me ajudar, o papai não pode, tá, mamãe!
- Só nós 2 vamos tomar banho. Banho de menina. O papai não. O papai é tão chatinho, né mamãe!
***********
Papai cozinhando e nós 2 na sala. Papai faz barulho com alguma coisa na pia e ela grita:
- Ô papaiê, você tá fazendo a maior bagunça aí!
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Ela vai fazer xixi sozinha no banheiro e papai vai atrás pra ajudar. Ela fica brava e fala pra ele sair. Eu chego e ela também pede pra eu sair. Eu digo pra ela me chamar quando terminar e logo ela chama e diz:
- Só você que pode me ajudar, o papai não pode, tá, mamãe!
terça-feira, 22 de maio de 2012
Esperteza
Desde que nasceu que Clara só dorme a noite com a mamãe aqui. Nunquinha que quis saber de dormir com o papai ou com quem quer que seja. Pois hoje papai saiu. Fomos dormir, fizemos todo o ritual: leitura, leitinho, escovamos os dentes, apaguei a luz. Nessa hora ela decidiu que não queria dormir e tentou me convencer a levantar. Como eu disse que não, que era hora de dormir, ela começou: "Quelo o papai. Quelo conversá com o papai. Quelo dormi com o papai, não quelo focê." E perguntava onde estava o papai, se estava trabalhando. Tive que ligar para o papai pra ela falar com ele e mesmo assim ela demorou a sossegar. É muita esperteza viu.
Hoje consegui colocá-la na cama mais cedo, e quero a cada dia ir acostumando, até que consigamos voltar ao limite das 9 horas.
Hoje consegui colocá-la na cama mais cedo, e quero a cada dia ir acostumando, até que consigamos voltar ao limite das 9 horas.
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Rapidinha
Nós duas deitadas na minha cama agora há pouco pra ela dormir (agora é assim que fazemos toda noite). Ela agitada. Mama. O mamá já anda escasso, principalmente quando ela mama outras vezes durante o dia, como aconteceu hoje. Pediu leite e tomou. Pediu água. Chamei o papai, ela repete:
- Jogeeee, Jogeeeeee! Qué ága.
Papai trás água e sai.
Ela vira de lado e grita:
- Jogeeee, Jogeeee, vem aqui, domi com a Calinha e a mamãe!
E eu ali do lado morrendo de rir. Depois eu tenho uma crise de tosse, ela me olha e fala:
- Saúde, mamãe!
- Jogeeee, Jogeeeeee! Qué ága.
Papai trás água e sai.
Ela vira de lado e grita:
- Jogeeee, Jogeeee, vem aqui, domi com a Calinha e a mamãe!
E eu ali do lado morrendo de rir. Depois eu tenho uma crise de tosse, ela me olha e fala:
- Saúde, mamãe!
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
1 ano e 6 meses
Minha menina já tem 18 meses, não é mais aquela bebezinha, está se tornando uma criança, cheia de personalidade. Cada dia que passa aprende a se expressar melhor, fala várias coisas, muitas das quais ainda demoramos para entender, mas na maioria das vezes conseguimos. Anda repetindo tudo que a gente fala, do jeito dela, uma fofura sem fim. Estamos vacilando por ainda não termos filmado nenhum desses diálogos deliciosos, que quase sempre terminam em mamãe amassando filhinha, cheia de orgulho.
Meu amor, parabéns por mais um mês na sua vida, mamãe te ama mais do que tudo nesse mundo! E Papai também, claro.
Como já queria ter falado sobre a apresentação do Dia dos Pais na escola da Clara e ainda não o fiz, vou aproveitar esse post. Na sexta perguntei pra ela:
- O que você vai apresentar para o Papai lá na escola?
- Maney (Música do Barney - aquele dinossauro rosa estranho)
- Ahh, e como é que você vai fazer?
E ela começou a balançar o corpinho e encostar a cabeça no ombro, fazendo charminho. Uma loucura tanta fofura assim numa só criança (risos).
No sábado na hora da apresentação Clara entrou direitinho no palco, só observando as pessoas, e quando viu a gente ficou repetindo baixinho: mamãe, papai, toda feliz. Mas vários coleguinhas entraram chorando no palco e os pais deles acabaram subindo pra ficar junto, então todos os pais foram chamados. Aí ficou meio tumultuado e ninguém fez nada, como já era de esperar. Eles ainda são muito pequenos mas mesmo assim foi bonitinho.
domingo, 14 de agosto de 2011
Parabéns, Papai
quarta-feira, 2 de março de 2011
Ainda Blogagem Coletiva
A Carol fez um apanhado dos Blogs que participaram da blogagem coletiva "Nós, os pais". Trabalho muito legal pra gente poder ir visitando todos e vendo os lindos depoimentos paternos. Como ela autorizou estou copiando a lista aqui:
Com vocês, a lista dos participantes da blogagem coletiva:
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Blogagem coletiva - Nós, os pais
Nunca pensei seriamente em ter filhos. Até que um dia aconteceu algo estranho quando a Kelly foi ao banheiro, junto com o xixi saiu uma esfera. Dia seguinte fizemos exames e estava lá dizendo que ela estava grávida e sofreu um aborto espontâneo. A partir daí sabíamos que viria um filho a qualquer momento.
Continuei sem pensar muito a respeito, deixava para pensar se viesse. E veio. No início fiquei um pouco confuso. Até que a barriga cresceu e pronto, curti muito esta barriga. Deu até pena quando ela foi esvaziada (risos).
Veio então a Clara, que dava até medo de segurar de tão pequena e frágil. E novo período de confusão com não saber o que fazer. E veio choro. E veio cólica. E não engordava por conta de refluxo. E chorava sempre ao anoitecer. E o 9º médico passou um leite caro, alguns remédios e ela começou a engordar. E as cólicas, que melhoraram de um dia para o outro, como já tinham nos falado.
Passou a cólica e tudo andou rápido, aprendeu a virar, começou a sentar, já engatinhou e anda para todos os lados, já correndo. Agora interage conosco, pede as coisas com sua linguagem de bebe e espalha seus brinquedos pela casa toda. E os nossos brinquedos também, como os controles remotos, contas e qualquer coisa que fique perto da mãozinha voraz. E continua tudo passando pela boca.
Hoje, ela com 1 ano e 11 dias, acho que uma das coisas que mais me dá satisfação é a relação dela com os nossos 5 gatos. A gente já imaginava que eles seriam amigos e agora começa a acontecer. É louca com os 3 que não a deixam nem chegar perto e se aproveita das 2 das que não saem da frente nem quando pisa nelas. Uma destas é deficiente, anda tremendo e vive caindo e tropeçando nela mesma. Hoje ela caiu de lado exatamente no colo da Clara, que ficou olhando sem saber o que fazer. Virou para mim vendo minha reação, falei “só carinho” e ela abraçou a gata, fez um carinho ainda sem muito jeito e esperou que eu retirasse a gata, que não estava conseguindo levantar sozinha.
Ela adora outros bichos. Outro dia numa loja de brinquedos ela estava empolgada com a bola que tinha acabado de ganhar e peguei um cachorro de pelúcia e falei o nome da cadela que pertence a minha sogra, pronto, não queria nem mais saber de nada colorido e nem da bola. Pegou o cachorro da minha mão e só soltou quando fomos embora da loja, com muito choro e um pai tentando distraí-la com uma bola dos backyardigans.
Agora sempre que penso nela, em qualquer momento do dia, em qualquer situação, mesmo de grande estresse, vem um sorriso no rosto e relaxo, morrendo de saudades de encontrá-la, com seu sorrisinho e seu “hum”, “da” ou “bol”.
Continuei sem pensar muito a respeito, deixava para pensar se viesse. E veio. No início fiquei um pouco confuso. Até que a barriga cresceu e pronto, curti muito esta barriga. Deu até pena quando ela foi esvaziada (risos).
Veio então a Clara, que dava até medo de segurar de tão pequena e frágil. E novo período de confusão com não saber o que fazer. E veio choro. E veio cólica. E não engordava por conta de refluxo. E chorava sempre ao anoitecer. E o 9º médico passou um leite caro, alguns remédios e ela começou a engordar. E as cólicas, que melhoraram de um dia para o outro, como já tinham nos falado.
Passou a cólica e tudo andou rápido, aprendeu a virar, começou a sentar, já engatinhou e anda para todos os lados, já correndo. Agora interage conosco, pede as coisas com sua linguagem de bebe e espalha seus brinquedos pela casa toda. E os nossos brinquedos também, como os controles remotos, contas e qualquer coisa que fique perto da mãozinha voraz. E continua tudo passando pela boca.
Hoje, ela com 1 ano e 11 dias, acho que uma das coisas que mais me dá satisfação é a relação dela com os nossos 5 gatos. A gente já imaginava que eles seriam amigos e agora começa a acontecer. É louca com os 3 que não a deixam nem chegar perto e se aproveita das 2 das que não saem da frente nem quando pisa nelas. Uma destas é deficiente, anda tremendo e vive caindo e tropeçando nela mesma. Hoje ela caiu de lado exatamente no colo da Clara, que ficou olhando sem saber o que fazer. Virou para mim vendo minha reação, falei “só carinho” e ela abraçou a gata, fez um carinho ainda sem muito jeito e esperou que eu retirasse a gata, que não estava conseguindo levantar sozinha.
Ela adora outros bichos. Outro dia numa loja de brinquedos ela estava empolgada com a bola que tinha acabado de ganhar e peguei um cachorro de pelúcia e falei o nome da cadela que pertence a minha sogra, pronto, não queria nem mais saber de nada colorido e nem da bola. Pegou o cachorro da minha mão e só soltou quando fomos embora da loja, com muito choro e um pai tentando distraí-la com uma bola dos backyardigans.
Agora sempre que penso nela, em qualquer momento do dia, em qualquer situação, mesmo de grande estresse, vem um sorriso no rosto e relaxo, morrendo de saudades de encontrá-la, com seu sorrisinho e seu “hum”, “da” ou “bol”.
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